Mais dicas: Ana Clara Matos

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Me chamo Ana Clara, tenho 31 anos, sou radialista e cantora. Trabalho com o que curto e gosto de ler, escrever, ir ao cinema, viajar (!!!), garimpar discos e ir a shows.

Curto justamente este aspecto da moda: o quanto ela traduz da personalidade e dos estados de espírito de quem veste. Desde a adolescência me interessava por moda, às vezes desenhava roupas por pura distração. Não me interesso pelo lance das “tendências”, a necessidade de acompanhar o que está “em alta” e o consumismo que vem atrelado a isso. Acho bacana a ideia de “inventar”, “reciclar” roupas, redescobrir peças, misturar coisas mais novas com antigas. Acho divertido.

O jeito que me visto sempre tem a ver com como estou me sentindo, tento sempre respeitar isso, interfere no meu bem-estar. Por exemplo, se estou muito cansada, não consigo vestir uma roupa justa; se estou com preguiça, uma roupa mais colorida às vezes dá uma forcinha pra melhorar o ânimo e por aí vai.

Essa saia eu vi numa vitrine, achei bacana, comprei mesmo não sendo do meu tamanho e providenciei o ajuste. Curto o tom de vermelho, o modelo acinturado e rodadinho e esse comprimento é confortável.

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A estampa da camiseta é do filme O Cão Andaluz, do Dalí e do Buñuel, dois artistas de quem eu gosto muito e um filme que me instiga. A estampa traz uma cena clássica e inquietante do filme e curti o tratamento que eles deram à imagem e do uso do prateado.

Sobre a combinação, acho legal contrastar cores, às vezes só uma peça com uma cor mais vibrante. E curto vermelho em contraponto com tons neutros como preto, branco e cinza.

Crédito das peças:

Camiseta – banca no festival Primavera Sound, em Barcelona. É uma marca que faz estampas bem legais, mas não lembro o nome 🙂
Saia – Collins, em Belém.
Sapatilha – num dos mercados de moda da Benedito Calixto, em São Paulo. Confesso que não lembrava a marca, mas perguntei pra amiga que estava comigo e é Riva Sandálias.
Acessórios – a pulseira foi de um artesão de rua do Soho, em Nova Iorque. Os brincos comprei em promoção na loja de um senhor que se lembro bem era da Jordânia e vendia tapetes e acessórios lindos, em Santa Barbara, na Califórnia. A bolsa comprei numa banquinha de artesanato em Madri há trocentos anos. Já tá meio detonadinha, mas eu gosto tanto dela…

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